A força relativa que a América Latina tem mostrado como ele se recupera da crise financeira global sublinha a crescente importância do comércio com a China ea Índia, bem como fortes políticas fiscais implementadas na região, disse um painel de especialistas terça-feira.
Enquanto os EUA ea Europa têm se esforçado para recuperar, a América Latina está crescendo, com o Brasil deverá crescer mais de 7%, Peru previsão de expansão de 6,6% e Chile antecipado para aumentar, pelo menos, 5% para o ano.
Nos últimos anos, como a maioria da América Latina foi a ampliação do comércio com a Índia ea China, que se aproveitou de duas das mais fortes motores económicos do mundo e rompeu com o velho paradigma do sul para o norte dependência, disse Alfonso Prat-Gay , ex-presidente do banco central da Argentina.
Isso se traduz em redução da dependência comercial com os EUA e Europa e se move em direção a acabar com a dependência tradicional do "Sul" no "norte".
"Tornou-se menos relevante para a América Latina que as nações desenvolvidas estão em crise", afirmou Prat-Gay.
No Chile, que tem a carteira mais diversificada para suas exportações na região, 23,2% das suas exportações para a China, 13,2% vão para países asiáticos em desenvolvimento, que inclui Índia, estadia de 16,4% na América Latina, 18% vão para a União Europeia e 11,3% vão para os EUA
Enquanto isso, a região, uma vez caracterizada por surtos de hiperinflação e abaulamento da dívida pública, também está vendo o crescimento sustentado nas costas de fortes políticas fiscais, que têm, em geral, reinou em estes problemas, o ministro das Finanças chileno Felipe Larrain disse.
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