Enquanto a Conferência do Clima das Nações Unidas (COP15) foi realizado em Copenhague, Dinamarca, Brasil, Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizou leilão de energia do país primeiro vento só. Em 14 de dezembro, cerca de 1.800 megawatts (MW) foram contratados com a energia de 71 usinas eólicas previstas para ser entregues a partir 01 de julho de 2012. O leilão de energia eólica tem reforçado o sucesso do Brasil na geração de energia elétrica de fontes renováveis, que atualmente representam 85,4% da oferta de eletricidade do país, segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional 2009, realizada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).[Em 2002], o governo criou o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para incentivar o uso de outras fontes renováveis, como energia eólica, biomassa e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Estas estações usar energia hidrelétrica, o carro-chefe da matriz energética do Brasil, que compreende cerca de três quartos da capacidade energética do Brasil instalado.
Desde o início do Proinfa, a produção de energia eólica do Brasil cresceram de 22 MW em 2003 para 602 MW em 2009, como parte de 36 projetos privados. Outros 10 projetos estão em construção, com uma capacidade de 256,4 MW, e 45 outros projetos foram aprovados ser ANEEL com um potencial estimado de 2,139.7 MW.
O desenvolvimento dessas fontes de energia eólica no Brasil está ajudando o país a alcançar seus objetivos estratégicos de segurança energética, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e criar empregos. O potencial para este tipo de geração de energia no Brasil poderia chegar a 145.000 MW, de acordo com o Relatório de Energia Eólica do Brasil 2001 Potencial pelo Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel).

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